Dicas para trabalhar na Irlanda

Trabalhar em alguma outra nação é o sonho de muitos indivíduos e vale pensar na Irlanda para isso. Porém, o processo para ter um trabalho na Irlanda começa com a entrada na nação. Assim, dicas para trabalhar na Irlanda precisam ser lembradas.

 

Visto para trabalhar

Há muitos vistos e são eles que especificam para as autoridades para que determinada pessoa está entrando naquela nação. Por isso, quem desejar trabalhar na Irlanda precisará de um visto específico para o trabalho.

Vale dizer que não são todos os indivíduos que obtêm o visto irlandês para trabalhar. É exigido que a remuneração ultrapasse os 30 mil euros a cada ano. Dessa maneira, o indicado é que se contate agências e procure-se algum trabalho na Irlanda antes de ir à Embaixada.

Dicas para trabalhar na Irlanda

Embaixada irlandesa

Os interessados tem ter um trabalho na Irlanda precisam ir à Embaixada tanto para informar-se quanto para pedir o visto. No Brasil, ela está em São Paul, na Avenida Paulista, número 1.079, no 7° andar. O telefone da Embaixada irlandesa é (11) 2787-6459 e o e-mail é [email protected].

 

E quem for estudante?

Os indivíduos que estudam e que querem continuar os seus estudos e trabalhar na Irlanda precisam saber sobre a lei trabalhista de lá: é proibido que os estudantes  trabalhem tempo superior a 20 horas na semana.

 

 

Currículo específico para a Irlanda

Os recrutadores da Irlanda procuram por currículos que destaquem bastante o objetivo profissional. Assim, o modelo de currículo do Brasil pode ser usado se ele tiver mudanças e colocar muito à vista o objetivo.

 

Sites irlandeses para emprego

Os brasileiros buscam por colocações em grandes sites e também existem esses sites especializados na Irlanda. Por isso, a busca por um cargo lá precisa usar essas plataformas. Importante citar Rollercoaster, Jobs, Kangaroos e Gumtree. Importante o site Kangaroos é voltado para as pessoas que procuram ser babás.

Inglês

É indicado que aqueles que almejam trabalhar na Irlanda saibam Inglês. Assim, vale treinar, inclusive, com professores particulares ou até com um curso que seja dedicado à conversação.







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